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    Open Hack: o 1º hackathon online da Shawee foi um sucesso!

    Em agosto deste ano, a Shawee resolveu colocar em prática um plano que há muito tempo aparecia em nossos post its de #goals: um hackathon online para chamar de nosso!

    Começamos a concretizar a ideia pelo básico: entendendo qual seria nosso objetivo principal ao criar um evento do tipo. A resposta foi simples: trazer melhorias para o ecossistema que a gente tanto ama. 

    De forma resumida, seria um hackathon sobre hackathons!

    Veja como os Hackathons transformaram empresas como Uber, Itaú, Impacta e Banco Original – Casos de Sucesso

    Afinal, quem mais indicado para melhorar este universo senão aqueles que fazem parte dele?! Mesmo assim, não nos restringimos apenas ao público veterano e/ou aos participantes mais habituais da Shawee! Pelo contrário, – talvez, pelo fato de não haver processo seletivo – uma boa surpresa desta 1ª edição foi a quantidade de noobies que atraímos para esta missão cibernética.

    O esquema “se inscreveu, passou” reafirma um dos 3 fatores que tínhamos como “indispensáveis” em um hackathon nosso: ser global, ser para todos e ser Open Source do começo ao fim.

    Em todos os hackathons que organizamos e/ou participamos como plataforma, sempre prezamos pelo fato de a propriedade intelectual ser inteiramente dos criadores das soluções e neste não seria diferente, até porque, nosso único intuito sempre foi promover e incentivar soluções que tornem a experiência dos hackathons ainda mais aproveitável.

    E agora, quem poderá nos defender?

    Com desafio e objetivos definidos, faltava recrutar alguém que acreditasse nessa ideia tanto quanto o nosso time. Alguém que pudesse “pregar a palavra” do hackathon com credibilidade e espalhar o Open Hack do Oiapoque ao Chui. 

    Quem? Quem? Quem?! Ele mesmo: Filipe Deschamps! Um cara que, não só manja muito de tecnologia em escala e gestão de times, como ganha a vida compartilhando todo esse conhecimento. Melhor seria impossível!

    Tanto a audiência do Filipe, quanto a de parceiros como a RocketSeat foram cruciais para que conseguíssemos uma base sólida de participantes e déssemos ao Open Hack a proporção que sempre imaginamos. 

    Números:

    A estratégia de não ter processo seletivo funcionou e as parcerias foram um sucesso! O resultado? Mais de 1200 inscritos!! Um recorde pessoal.

    Foram quase 20 dias de Open Hack, 1.222 participantes de 14 estados brasileiros, 29 grupos, 996 desenvolvedores, 121 profissionais de business, 72 designers UX e 33 profissionais da área do marketing. Um público 88% masculino e apenas 11% feminino, mas ainda assim com uma participação bastante significativa das mulheres (aos poucos chegaremos lá!).

    Vinte e nove projetos que partiram em uma disputa de votos pelo Product Hunt, de lá, 17 foram selecionados para passarem por uma análise da nossa banca julgadora.

    Convidamos: Igla Generoso (Digital Innovation One); Gabriella Sant’Anna (4Labs); John Calistro (TOTVS Developers); Laura Gurgel (Clube de Negócios) e Paula Pithon (CESAR), para avaliar os projetos mais votados do Product Hunt e selecionar os 3 melhores.

    Os escolhidos

    Conheça um pouco dos 3 projetos eleitos: 

    Hackatrack: Plataforma com o objetivo de diminuir o estresse dos participantes durante o hackathon;
    Link para o Product Hunt: www.producthunt.com/posts/hackatrack-1

    TeamMaker: Plataforma online para organização de times 
    Link para o Product  Hunt: www.producthunt.com/posts/teammaker-v2

    Hackatuning: Plataforma de criação e gestão de hackathons
    Link para o Product  Hunt:  www.producthunt.com/posts/hackatuning-hackathon-management-system-2   

    Os três times tiveram a oportunidade de apresentar seus pitches durante uma live, mais uma vez, de nosso migo Deschamps! Daí em diante, a voz do povo foi quem ditou quem seria o vencedor.

    O projeto favorito da galera foi o Hackatrack, com o total de 301 votos, contra 108 do TeamMakers e 78 do Hackatuning. Samuel Matias, Luis Barroso, Pedro Neto, João Ventura e Pedro Bacelar, do grupo 55, embolsaram 2.500 dólares!!! 

    O Open Hack foi uma experiência valiosa, mesmo para quem não levou o prêmio para casa. Mal podemos esperar ´para colocar no ar uma edição nova e melhorada daquilo que a gente mais ama fazer, afinal:
    We <3 Hackathons!

    We believe in the power that hackathons have to potentialize habilities, skills, and opportunities.

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