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    Hackathons nas escolas

    Não, não há idade certa para participar de um hackathon! Como dissemos no post passado: diversidade é um fator mais do que necessário.

    E se, ao invés de devs, designers, profissionais de negócios, os participantes de um hackathon fossem alunos do Ensino Médio?! Hackathons são uma boa maneira de instigar a criatividade dos alunos e cultivar seu espírito empreendedor.

    Já assistiu aquele famoso TED Talk Do Schools Kill Creativity? Sir Ken Robinson fala sobre a importância da criatividade e dos vários tipos de inteligência do ser humano. Ele destaca que as escolas hoje condenam o erro e que essa atitude leva a um distanciamento do pensamento criativo. Ao final da sua apresentação, Robinson defende um sistema educacional que estimula e não mina a criatividade. Tá certíssimo, né não?

    É nesse contexto que os hackathons em colégios apresentam extrema relevância. Por serem maratonas de criatividade, inovação e experimentação, os hackas atuam de forma a estimular a inteligência criativa dos alunos e aliviam o problema apresentado por Robinson em sua palestra.

    Veja como os Hackathons transformaram empresas como Uber, Itaú, Impacta e Banco Original – Casos de Sucesso

    Beleza, até aqui eu entendi, mas como fazer hackathons em escolas se a grande maioria dos alunos – ainda – não sabe programar? Façamos hackathons que não envolvam necessariamente hard coding! Há quem diga que, se não houver programação, o evento é um ideathon, uma maratona de ideação. Que seja! Ideathons são o primeiro passo para hackathons mais robustos; o importante é que todo o mindset das maratonas de programação esteja presente nos colégios. Ainda, para alguns temas, públicos e propósitos específicos, ideathons são mais adequados.

    Vamos sair da teoria e entrar na prática!

    Um grupo de alunos do Colégio Bandeirantes criou o BEINPROSONE (Being Innovative and Producing Something New), iniciativa que adotou o modelo de hackathons para a resolução de problemas por meio da criação de protótipos de forma inovadora e rápida. Depois de um dia intenso de aulas, os alunos continuam no colégio na sexta-feira para o início da maratona de fim de semana.

    Passando por quatro fases (introdução ao tema, hands on, apresentação e julgamento), os alunos interessados desenvolvem projetos de acordo com o tema do hackathon. O primeiro dia é marcado pela definição dos grupos e atividades de integração, além de palestras informativas para dar aquela inspirada e gerar uns insights dos participantes.

    Já no segundo dia, os grupos colocam a “mão na massa” e elaboram seus projetos. E, enfim, o terceiro dia é para finalização dos projetos e apresentação à banca de jurados.

    A primeira edição, em 2015, pedia soluções para viabilizar uma lancheira saudável. Já no segundo ano de BEINPROSONE, inspirados pela Fun Theory, a maratona propôs que os alunos buscassem formas de intervir no colégio. No ano seguinte, em 2017, os alunos estruturaram planos de divulgação do novo logo do Colégio Bandeirantes. E em 2018, os participantes foram desafiados a elaborar estratégias para a criação de novos negócios em grandes corporações. 

    Finalmente, a edição deste ano (2019) tinha como tema a mobilidade urbana na metrópole de São Paulo. A Shawee teve a honra de participar dessa edição mais recente! Disponibilizamos nossa plataforma para a gestão do BEINPROSONE e emprestamos  nosso CEO e mestre de cerimônias favorito para a facilitação das dinâmicas de um dos dias de maratona. 

    Shawee na última edição do hackathon BEINPROSONE

    Depois de tantas edições de sucesso feitas exclusivamente para os alunos do Ensino Médio, a equipe organizadora resolveu estender a iniciativa aos alunos do Ensino Fundamental. Na primeira edição, em 2017, os participantes tiveram que pensar em formas de sobrevivência a partir da queda de um avião em uma ilha deserta #Lostfeelings.

    Outros temas como profissões do futuro e até soluções para problemas das Secretarias Municipais de SP já foram abordados como desafios, com orientação de mentores do Ensino Médio.

     É, meu amigo, essas crianças de hoje em dia tão só nos hackathons! 

    Gostou do que leu? Quer organizar um hackathon no seu colégio? Vem falar com a Shawee!!!

    We believe in the power that hackathons have to potentialize habilities, skills, and opportunities.

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